Votos de um Feliz e Santo Natal com muito amor, paz e alegria para todos os que nos visitam e suas famílias!
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Feliz Natal
Votos de um Feliz e Santo Natal com muito amor, paz e alegria para todos os que nos visitam e suas famílias!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Concurso Literário
CONCURSO
LITERÁRIO PROSA e POESIA
2013/2014
No âmbito do Plano Anual de Atividades da
BIBLIOTECA ESCOLAR, entendeu a BE lançar a 7ª edição do CONCURSO LITERÁRIO – PROSA e POESIA.
Regulamento
Objetivos
1. Este concurso tem por
objetivos:
ü Criar e/ou consolidar
hábitos de leitura;
ü Criar e/ou consolidar
hábitos de escrita;
ü Promover a escrita
criativa/valorizar a expressão escrita;
ü Promover a reflexão sobre
problemáticas atuais.
Concorrentes
2. Este
concurso destina-se a toda Comunidade
Educativa e está dividido em cinco
escalões:
✔ ESCALÃO A – Alunos da Educação Pré-Escolar
✔ ESCALÃO B – Alunos do 1º Ciclo
✔ ESCALÃO C – Alunos do 2º Ciclo
✔ ESCALÃO D – Alunos do 3º Ciclo
✔ ESCALÃO E – Comunidade Educativa
3. Os
elementos que fizerem parte do júri não poderão concorrer
Tipo de texto / Tema
4. O concorrente tem de
apresentar um texto original, em prosa ou em poesia.
Os textos
em prosa não devem ultrapassar duas páginas em folha A4.
Todos os trabalhos devem ser escritos com 1,5 de espaçamento, letra tamanho 12 e em Times New Roman.
5. Os temas para a 5ª edição
são os seguintes:
ü Português – A nossa língua
ü A família
ü Todos juntos na
diversidade
6. Cada
concorrente
pode apresentar a concurso no máximo
dois textos (um em prosa e outro em poesia).
Identificação
7. Cada texto apresentado a
concurso deve ser assinado com um pseudónimo,
ter a indicação do escalão em que
concorre e ser colocado num envelope fechado.
Num segundo envelope
fechado deve ser colocada uma folha
com os seguintes dados: o pseudónimo,
o nome completo do concorrente, o ano que frequenta, a turma, o número, o estabelecimento e o escalão
em que concorre. Os familiares de alunos concorrentes ao 5º escalão deverão
mencionar o nome e turma do aluno e respetivo grau de parentesco.
Estes
envelopes deverão ser colocados num 3º envelope fechado e sem identificação, apenas
mencionando “Concurso Literário”, o qual deverá ser entregue na BE.
Calendarização
9. A data limite para entrega dos trabalhos é 21 de fevereiro de 2014.
10. A divulgação dos textos vencedores e a entrega de prémios acontecerá
durante a Semana da Leitura e das Línguas – 17 a 21 de março.
Júri
11. O júri do concurso é constituído por cinco elementos da Comunidade Educativa.
Prémios
12. Será atribuído um prémio ao melhor trabalho de cada escalão e
certificados de participação a todos os outros participantes.
13. Os prémios serão entregues
aos concorrentes ou à pessoa que os represente.
14. Os prémios serão livros ou outros
materiais didáticos.
Disposições
Finais
15. Todos os textos submetidos a concurso serão expostos na BE e divulgados no blogue da
escola.
16. Os textos vencedores
serão compilados num folheto e encadernados, ficando o livro na BE para
posterior divulgação.
17. Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos pelo júri.
Professora Bibliotecária
Nota: Este concurso tem o apoio
da Rede de Bibliotecas Escolares e da editora Leya
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
" O Beijo da Palavrinha"
No dia 20 de novembro, a mãe da Inês Miguel veio à nossa sala ler-nos o livro "O Beijo da Palavrinha" de Mia Couto.
Esta história fala-nos de uma menina que se chamava Maria Poeirinha e nunca tinha visto o mar. Ela e a sua família eram pobres, viviam numa aldeia tão interior que acreditavam que o rio que ali passava não tinha nem fim, nem foz.
Certo dia, a Maria Poeirinha adoeceu gravemente.Como ela nunca tinha visto o mar, o tio Jaime Litorânio, homem que um dia foi morar naquela aldeia, pensava que enviá-la num barco pelo rio até ao mar, seria a cura da Maria Poeirinha, mas não resultou porque ela estava tão fraca que a viagem se tornou impossível
O irmão Zeca Zonzo, que era um rapaz sempre com a cabeça no ar, teve uma ideia e foi buscar um papel e uma caneta.Ele começou a escrever um“m”, depois um“a”e no fim um“r” e a sua irmã passou o dedo por cima das letras da palavra MAR.Uma gaivota ergueu-se do leito da menina, ela foi beijada pelo mar e afogou-se na palavrinha. A Maria Poeirinha morreu.
Um final diferente:
Por ter visto e sentido as letras MAR, a Maria Poerinha ganhara forças para se levantar e continuar a viver todos os anos que ainda tinha pela frente.
Quando a Maria recuperou, o Zeca Zonzo e o Tio Jaime levaram-na até à Praia da Batata e aí viu que o mar era exatamente igual ao que ela tinha sentido quando estava às portas da morte.
Inês Matos
Em vez de deixar a Maria Poerinha em casa, a família levou-a num barco a ver o mar.
Veio uma corrente forte e levou-a para alto mar. Os familiares ficaram muitos tristes, pensado que ela tinha morrido, mas não... Ao fim de algum tempo, ela apareceu mais viva do que nunca. Ficaram todos muito felizes por a Maria Poerinha estar viva.
Vasco
A Maria Poerinha estava cada vez mais fraca. O Tio Jaime enfiou-a no carro e partiu a alta velocidade para a praia, o Zeca Zonzo deu a mão à sua irmã. Quando lá chegaram estava lá um pequeno barco de madeira, puseram a Maria no barco e foram com ela pelo mar fora até que adormeceram. Quando acordaram, estavam numa das praias do Brasil e tinham salvo a menina. Disseram à polícia que estavam perdidos, depois foram apresentados ao presidente do Brasil e, de um momento para o outro, ficaram ricos.
Leonardo
A Maria Poeirinha estava muito doente, mas achou que mesmo assim podia ver o mar. Foram todos (a Maria Poeirinha, o seu irmão Zeca Zonzo, os seus pais e o seu tio Jaime) ver o mar e fez-lhe muito bem. O cheiro do mar, a brisa marítima e o sol da praia fizeram-lhe bastante bem. A partir desse dia, a Maria Poerinha começou a ir ver o mar todos dias até ficar boa. A família da Maria Poerinha ficou feliz por ela ter ficado completamente curada.
Carolina
Depois de levarem a Maria Poerinha a ver o mar, ela acordou lentamente e disse ao irmão:
- Zeca, eu já estou melhor! Obrigada a todos!
Depois Zeca Zonzo disse à irmã:
- Tu és minha irmã, jamais seria capaz de te deixar sofrer Maria.
Inês Soeiro
Obrigada D. Lisete. As suas leituras que têm sempre um sabor bem docinho.
A Padeira de Aljubarrota
- A Padeira de Aljubarrota é uma das personagens mais curiosas ligadas à famosa Batalha de Aljubarrota (século XIV), onde, mais uma vez, os portugueses venceram os castelhanos.
- Já ouviste falar na Padeira de Aljubarrota?
Não se pode afirmar com certeza que esta pessoa tenha existido, nem sequer que a história que se conta acerca dela seja verdade, mas ela vai estar sempre ligada à Batalha!
-
Uma coisa é certa: existiu alguém, de nome Brites de Almeida, que foi padeira naquela terra. E parece que era tão corajosa como a da lenda.
Vamos contar-te o que se sabe dessa mulher.
- Brites de Almeida nasceu em meados do século XIV em Santa
Maria de Faaron (hoje conhecida como Faro) e os seus pais eram gente
muito humilde.
- Conta-se que quando era pequena já era alta, muito forte e
musculada. E como era meio «Maria rapaz», gostava de resolver tudo com a
ajuda dos punhos.
-
Parece que quando tinha 20 anos os pais morreram e ela usou o pouco dinheiro que eles lhe deixaram para aprender a usar uma espada (só os homens nobres é que o faziam!).
- Então, para ganhar dinheiro, começou a usar os seus conhecimentos em feiras, onde fazia combates contra homens.
Ora esta história chamou a atenção de um soldado que a desafiou: se o soldado ganhasse, Brites casava com ele. Se perdesse, ela matava-o.
O que acabou por acontecer...
-
O problema é que matar (um soldado) é crime, mesmo nessa época. Por isso Brites fugiu. Roubou um bote com o objectivo de ir para Espanha, mas um grupo de piratas raptou-a e levou-a para Argel (na Argélia), onde a vendeu a um árabe rico.
- (Acreditamos que nisto tudo há muita imaginação, que é o que
acontece às histórias de aventuras contadas através dos tempos, mas...
Continua a ler...)
- No entanto, a «nossa Brites» não era pessoa para ficar presa.
Passado um ano convence outros dois escravos portugueses a fugir para
Portugal.
Disfarçou-se de homem e seguiu para Torres Vedras, onde comprou dois machos e se transformou em almocreve (quem aluga e conduz bestas de carga).
- Mesmo assim, os sarilhos não a largaram e, depois de se
envolver em várias lutas e provocar algumas mortes na zona de Lisboa,
Brites apanhou um barco para Valada, de onde, já vestida de mulher,
acabou por ir parar a Aljubarrota.
-
Para sobreviver, já cansada e sem maneira de ganhar dinheiro, começou a pedir esmola à porta de um forno, o que chamou a atenção da padeira, já idosa, que reparou que Brites era uma mulher forte e que a podia ajudar. Assim, começou a carreira de Brites como padeira.
- Um dia, já depois da velha padeira ter morrido e já sendo
Brites a dona do negócio, deu-se uma grande batalha em Aljubarrota
(aquela que te falámos no início).
-
Como a maioria do povo português, ela também estava do lado de D. João, Mestre de Avis, e não queria os espanhóis a governar Portugal.
- Conta a lenda que, depois de Nuno Álvares Pereira vencer os espanhóis nessa batalha, Brites chefiou um grupo de populares que perseguiram os espanhóis em fuga.
-
Nessa noite de 14 de Agosto de 1385, ao regressar, a padeira chegou a casa e encontrou sete espanhóis escondidos no forno onde costumava cozer o pão.
- Sem hesitar, pegou na pá de levar o pão ao forno e bateu-lhes até os matar, um a um, à medida que saíam do forno.
Várias versões desta lenda aumentam o número de castelhanos e também o número de crueldades que a padeira lhes fez...
Nós preferimos a versão mais simples em que, mesmo assim, a Padeira de Aljubarrota faz parte da História de Portugal, nunca mais sendo esquecida.
-
Claro que a sua história não acaba na época da Batalha. Parece que quando fez 40 anos se casou com um lavrador rico que a admirava muito e chegou a ter filhos.
- Sabias que a procissão de Aljubarrota sai sempre no dia 14 de Agosto? E a pá que simboliza a vitória da padeira esteve presente nos andores durante muito tempo!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
"Os amores de Pedro e Inês"
| D. Pedro e D. Inês de Castro | ||||||||||||
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sábado, 16 de novembro de 2013
Marionetas do Mundo
No dia 13 de novembro, na Biblioteca Municipal
de Estremoz, assistimos a uma mostra de
Marionetas intitulada “Bonecos do Mundo” do TRULÉ.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Desafio 2
Na quinta da avó da Maria existem galinhas e coelhos. Ela contou 26 cabeças e 70 patas. Quantas galinhas e coelhos há na quinta da avó da Maria?









